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Discussão termina com cliente morto a facadas em escritório de advocacia no Paraná

Paraná | Hoje às 09:21 |

Um homem morreu após ser esfaqueado durante uma discussão registrada no fim da noite desta terça-feira (19), na Rua Tietê, na Zona 7 de Maringá, no Noroeste do Paraná. O principal suspeito do crime é um advogado criminalista, que permaneceu hospitalizado sob escolta policial.

Segundo as informações apuradas no local, o advogado estava no apartamento da vítima consumindo bebidas alcoólicas quando passou a apresentar comportamento alterado. Conforme os relatos, o suspeito começou a esmagar comprimidos de Ritalina e utilizar a substância.

Após o consumo da medicação, teria ocorrido um desentendimento entre os dois homens. Durante a discussão, o suspeito pegou uma faca de cozinha e passou a atingir a vítima com diversos golpes dentro do apartamento.

Ainda conforme as informações levantadas no local, a vítima caiu inconsciente durante o ataque.

A ex-companheira e a filha da vítima tentaram conter o agressor e entraram em luta corporal para interromper as agressões. Segundo a Polícia Militar, o advogado também tentou atingir as duas mulheres, que conseguiram escapar.

Durante a confusão, a ex-companheira da vítima utilizou uma panela de pressão para atingir o suspeito na cabeça.

Após o ataque, o advogado tentou deixar o apartamento, porém passou mal no corredor do prédio, sofreu uma convulsão e caiu.

Equipes do Samu e do Corpo de Bombeiros foram mobilizadas para prestar atendimento. O suspeito foi intubado ainda no local e encaminhado em estado grave ao hospital, permanecendo sob escolta policial.

Conforme as autoridades, ele deverá ser encaminhado à Delegacia de Polícia Civil após receber alta médica.

O local do crime foi isolado para os trabalhos da Polícia Científica e da Polícia Civil. Após a perícia, o corpo da vítima foi recolhido e encaminhado ao Instituto Médico-Legal (IML) de Maringá.

Ainda segundo informações divulgadas pelas autoridades, a vítima havia deixado o sistema prisional há cerca de dois meses e respondia a processos relacionados à Lei Maria da Penha. O advogado acompanhava juridicamente os casos do homem.

A Polícia Civil segue investigando as circunstâncias do homicídio.

| Foto: Plantão Maringá |
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